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As 5 'zonas azuis' do mundo onde as pessoas vivem por mais tempo
 

Regiões que possuem taxas de longevidade acima da média mundial apresentam características variadas, mas se destacam por valorizar culinária local e manter comunidades ativas

Uma ilha japonesa, um vilarejo montanhoso na Itália, uma comunidade religiosa nos EUA, outra litorânea na Grécia e uma região peninsular da Costa Rica. Espalhadas ao redor do mundo, essas cinco zonas têm uma característica em comum: a tendência de seus habitantes a viverem mais do que a média geral de seus países.

Quem identificou pela primeira vez um fenômeno do tipo foi uma equipe de demógrafos comandada pelo belga Michel Poulain, em 2004. O estudo de uma comunidade montanhosa na Sardenha, ilha da Itália, demonstrou estatisticamente que os homens daquela população eram mais longevos em proporções “incomumente altas”. Os resultados foram publicados na revista científica Experimental Gerontology.

Partindo desses dados, o autor e empresário americano Dan Buettner, em parceria com a National Geographic Society — ONG associada ao grupo jornalístico de mesmo nome —, passou mais de uma década identificando e estudando regiões que concentram altas proporções de longevidade. São as chamadas “zonas azuis”.

O que caracteriza uma zona azul

 

LONGEVIDADE

Populações que vivem mais de uma década do que a média do resto do mundo, têm proporcionalmente mais habitantes centenários e apresentam casos de doenças comuns na fase adulta em taxas muito menores

ESPAÇO LIMITADO

São regiões não muito extensas que concentram um grupo populacional específico com alta recorrência de longevidade

COSTUMES COMPARTILHADOS

O pequeno grupo populacional se caracteriza por seguir um mesmo padrão de vida — hábitos alimentares, estrutura social e, eventualmente, religiosidade

Segundo Poulain, em estudo (download automático no link) sobre zonas azuis publicado em 2013, “gerontologistas usam o termo 'longevidade' para se referir a qualquer indivíduo que ultrapassou os 90 anos e continua ativamente funcional”.

O estudo também aponta para possíveis distorções na contagem da população longeva — fluxos migratórios de gerações mais jovens, por exemplo, podem fazer com que a proporção populacional dos mais velhos seja mais alta do que o normal. Ainda assim, a avaliação crítica dos indicadores permite o destaque dessas cinco regiões.

Onde estão as zonas azuis ?

 

Buettner identificou três regiões na Europa, uma na Ásia e outra na América Central. Algumas características em comum a todas elas é a alimentação tradicional, baseada em alimentos de origem vegetal; a manutenção de uma forte comunidade que mantém as pessoas física e socialmente ativas ao longo de toda a vida; e a ausência de hábitos pouco saudáveis, como o tabagismo.

Os pesquisadores ressaltam ainda que tais hábitos são hipóteses que podem estar relacionadas à longevidade, mas não necessariamente servem como fatores absolutos de uma equação que aumenta a expectativa de vida.

1 - REGIÃO DE OGLIASTRA, NA ITÁLIA

Se nos EUA a média de prevalência de centenários é de um para cada 70 mil pessoas, na região montanhosa da costa leste da ilha de Sardenha, na Itália, 47 das 17.865 pessoas que nasceram entre 1880 e 1900 ultrapassaram a barreira dos 100 anos. Genética e hábitos alimentares são duas das explicações propostas para tais índices.

2 - ILHA DE OKINAWA, NO JAPÃO

Para cada 10 mil mulheres que tinham 60 anos em Okinawa no ano de 1960, uma taxa de 495 chegou aos 100 anos em 2000 — a proporção japonesa foi de 127 a cada 10 mil. Entre os homens o cenário é o mesmo: taxa de 82 em Okinawa e 29 no Japão. Dieta rica em cúrcuma, pouco calórica, e a tendência da comunidade local de se manter coesa ao longo de toda a vida são características destacadas por Buettner.

3 - LOMA LINDA, NOS EUA

A Comunidade Adventista do estado da Califórnia, nos EUA, tem uma expectativa de vida pelo menos dez anos mais longa que o resto dos americanos. Estudos indicaram que aqueles que seguem a dieta restritiva promovida pelos doutrina religiosa tendem a viver cerca de dez anos a mais que a média. Além disso, a religião reforça a proibição ao tabaco, ao álcool e a comidas apimentadas. A Igreja Adventista do Sétimo Dia propaga por todo o mundo as Mensagens de Reforma da Saúde de Ellen G. White, existindo várias comunidades menores, mas não em forma de cidade como Loma Linda, onde a longevidade com vitalidade prevalece

4 - IKARIA, NA GRÉCIA

Objeto de um artigo do jornal americano The New York Times em 2012 intitulado “a ilha onde as pessoas esqueceram de morrer”, Ikaria abriga uma população que baseia sua dieta no consumo de ervas antioxidantes, vegetais, grãos, peixes e azeite — elementos tradicionais da culinária mediterrânea. Outra característica da ilha destacada pela reportagem é o hábito de não se importar com o relógio.

5 - PENÍNSULA DE NICOYA, NA COSTA RICA

A segunda maior concentração de homens centenários do mundo e a menor taxa de mortalidade na fase adulta está no noroeste da Costa Rica, na América Central. Um estudo publicado em 2013 aponta para a dieta também tradicional da região, rica em grãos, fibras e com baixas taxas de glicose.

 

Artigo baseado no livro "The Blue Zones" (Dan Buettner - 2012);e

Site: https://www.bluezones.com

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