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Nosso Sistema Digestivo - A O Estômago!

O laboratório de nosso sistema digestivo.

 

Conforme vimos no tópico Nosso Sistema Digestivo - A Boca, todo alimento tem que ser bioidêntico e natural. Isso é uma das regras que regem nosso corpo. Na natureza, a grande maioria dos alimentos são ácidos e aqui não adentraremos um conceito químico desta acidez, mas buscaremos fazer entender o mecanismo que, atraves da obediência das leis que regem nosso corpo poderemos ter um corpo saudável, livre das chamadas doenças, com uma alcalinidade entre 7,35 e 7,45, sem que nosso corpo precise recorrer a meios internos para promover esses níveis do PH, que traz consequências drásticas, o que veremos a seguir.

 

Tomaremos como exemplo o limão, que a maioria das pessoas sabem ser altamente alcalinizante, apesar de ser ácido por natureza. Por que o limão, sendo ácido, provoca a alcalinização de nosso corpo?

 

E primeiro lugar, temos que lembrar que apesar de muita gente pensar que o estômago produz inúmeros sucos, ele produz, essencialmente, o ácido clorídrico. O conhecimento da função deste elemento que é produzido pelas mucosas estomacais é de suma importância para entender o porquê na necessidade de uma alimentação natural, ácida e rica em minerais, enzimas e vitaminas...isso sem contar com o ácido ascórbico, ácido cítrico, etc..

 

Se lembrarmos das aulas de química e quem não as teve basta procurar no google, quando falamos em ácidos orgânicos (o contido no limão e na maioria absolutas dos vegetais) temos que: ÁCIDO + ÁCIDO = BASE ALCALINA. Assim, os ácidos contidos no limão, como qualquer outro vegetal cru, ao reagir com o ácido clorídrico, formará uma base alcalina.

 

Lembremos, também, que apenas elementos orgânicos reagem no estômago, mas que nosso corpo precisa dos inorgânicos (minerais) e estes, presentes em todos os alimentos naturais, são extremamente alcalinos.

 

Assim temos que o consumo de vegetais (verduras, legumes, tubérculos, raízes, frutos, frutas, ervas, sementes, etc) após a degradação ocorrida na boca, passam pelo estômago exclusivamente para receber o suco gástrico e formar uma base alcalina. Esse suco nutricional, após esta mistura, desce para o duodeno (veremos no tópico posterior), na forma alcalina.

 

Entre a boca e o estômago temos uma válvula chamada esfíncter cárdia, que controla o fluxo do alimento do esôfago para o estômago, e também evita o refluxo dos alimentos para que não voltem para a boca. Entre o estômago e o duodeno há outra válvula, chamada esfíncter piloro (ou pilórica), que controla o fluxo do suco nutricional para a última etapa da digestão, que ocorre no intestino delgado, mais exatamente no duodeno. Nos padrões das regras que regem o nosso corpo, esta última válvula permanece aberta, pois a degradação já ocorreu na boca com a mastigação e mistura de enzimas, porém, nos padrões alimentares atuais isso muda de figura, e aí começam as chamadas doenças...

 

RESUMINDO: O Estômago é formado por glândulas produtoras de sucos gástricos que fabricam novas enzimas que se misturarão aos elementos que vieram da boca pelo esôfago e secretam o poderoso ácido clorídrico, cuja função seria unicamente reagir com o alimento ácido que chega e formar uma solução nutritiva básica.

 

Mas, infelizmente, a indústria alimentícia e farmacêutica criaram uma indústria da doença, mas lucrativa que a da manutenção da saúde e a população adotou como cultura. Poucos entendem que um simples pedaço de bolo contém os 3 MAIORES VENENOS QUE INGERIMOS E CHAMAMOS DE ALIMENTO...

 

O Nosso Estômago não foi feito para digerir nada...

 

Como já dito, quando pensamos na digestão nos vem à mente a ideia de transformação de um alimento em nutriente que será absorvido pelo sistema digestivo. Pois essa ideia é correta, mas a DEGRADAÇÃO DO ALIMENTO SE DÁ NA BOCA NA BOCA E NÃO NO ESTÔMAGO (ou deveria ser assim). Vimos também que a mastigação não consegue degradar a carne, além desta não ter as enzimas bioidênticas às de nossas glândulas salivares.

 

Pelo contrário, todo produto de origem animal tem enzimas iguais às de nossa saliva, e não se "casam" com elas, pois precisam de enzimas bioidênticas. 

 

Também vimos no tópico anterior sobre a boca, que nossa língua tem um sensor, que identifica o natural.

 

Quando nossa língua detecta um alimento não bioidêntico, como a carne, por exemplo, imediatamente ele fecha o esfíncter piloro, aumentando a produção de ácido clorídrico, que a princípio era apenas para uma reação química, passando a atuar como ELEMENTO DEGRADATIVO DA CARNE, sendo produzido em grande quantidades... O suco resultante desta degradação será extremamente ÁCIDO, carregado de URÉIA, e irá, após total degradação, que pode levar horas, para o intestino delgado, no duodeno, onde será misturado ao suco pancreático entre outros e entrará na corrente sanguínea. Após a carne degradada e digerida entrar na nossa corrente sanguínea nosso corpo ficará imediatamente ÁCIDO.

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"Hábitos físicos corretos promovem a superioridade mental. Faculdade intelectual, força física e longevidade dependem de leis imutáveis"

 

(Ellen White - Conselhos sobre regime alimentar.)

Como já dito, não pretendemos aqui fazer apologia à qualquer forma de vegetarianismo, porém todo alimento de origem animal é acidificante e não compreendido por nosso sistema digestivo, que usará de meios que não lhe eram próprios para degradá-los e, posteriormente, o que é pior, nosso corpo precisará usar de um mecanismo interno para promover a regulação do PH, que sempre deverá estar entre 7,35 e 7,45. 


Alimentos cozidos, também, ainda que vegetais, eliminam o oxigênio e retém gás carbônico, além de perder a acidez original. Mesmo uma maçã, se cozida, deixa de ter as características de um alimento. Quando comemos um prato de arroz quente, a fumaça que vemos sair da panela é o gás carbônico que ficou no alimento após o cozimento. Todo oxigênio se foi, assim como a acidez necessária. Veremos mais adiante que o oxigênio e alcalinidade são duas faces da mesma moeda.