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INTESTINO - A DIGESTÃO REAL!

 

Tempestade de enzimas

 

Quando o intestino delgado recebe o bolo alimentar do estômago – o quimo – é que a tempestade química da verdadeira digestão se arma. Dois hormônios – a secretina e a colecistoquinina – mandam chamar o suco pancreático, do pâncreas, e a bile, do fígado.

 

A quimo tem que chegar alcalinizada para que as enzimas possam entrar em ação. Não há como escapar: as ligações dos carboidratos, proteínas e gorduras dos alimentos são definitivamente quebradas. Células especializadas da mucosa do intestino absorvem, então, as moléculas simples dos nutrientes essenciais. Quando a quimo chega ácida (lembrem dos tópicos anteriores), uma grande quantidade de hormônios se fazem necessários para tentar a alcalinização e isso pode provocar um excesso de pancreatina e o congestionamento de gorduras no fígado, que absorve as gorduras não naturais, sem entender o porquê de estarem ali. Mais de 90% do que se chama doença começa neste ponto, como a elevação da pressão arterial, o diabetes, entre outros... Pior... inicia-se, com uma alimentação inadequada um processo de acidificação de nosso corpo, que terá que ser corrigido, pois se o PH de nosso corpo estiver abaixo de 7,35 entramos em coma, nossas artérias não conseguem eliminar o gás carbônico da respiração e assim como a alcalinidade está para a oxigenação, a acidez está para o acúmulo de gás carbônico. 

 

O que não interessa ao corpo segue para o intestino grosso, que reabsorve a água e elimina o restante.

 

O FIM DA GORDURA

 

Nos primeiros 25 centímetros, o duodeno, o quimo recebe o suco pancreático e a bile, essenciais para que as gorduras sejam dissolvidas e absorvidas como reserva de energia. Aqui um dos grandes problemas: nosso corpo não aproveita gorduras que eram reservas de energia em outros animais, causando o problema da obesidade. Da mesma forma são as gorduras não naturais, dos óleos de cozinha, banha de porco. Já as gorduras provenientes de frutos como abacate, castanhas, entre outras, em função da bioidentidade, são fontes de saúde para o fígado e uma reserva riquíssima para nosso corpo. Alguns outros "alimentos", como farinhas e açúcares refinados terão o mesmo destino: o acúmulo no fígado, causando outros tantos males como a obesidade, além das já citadas...

 

FILTRO DE ÁGUA

 

Os resíduos chegam ao intestino grosso, também chamado de cólon. A água é reabsorvida nesse trecho ascendente. É na segunda metade do cólon, transverso e descendente, que se formam as fezes. O reto é a última parte do intestino grosso, que se comunica com o exterior pelo orifício do ânus, por onde as fezes são eliminadas.

 

UM BREVE RESUMO DO SISTEMA DIGESTIVO:

 

O alimento entra pela nossa boca onde é detectado sua naturalidade ou não. A língua, como um sensor preciso, no caso de alimentos não bioidênticos fecha o esfíncter piloro para que o que foi engolido pare no estômago, não seguindo para o duodeno. Apesar de não ser um alimento adequado e nossa língua detectar isso, nosso cérebro, por uma cultura secular, nos leva a ingerir esse elemento estranho que é colocado no estômago. O estômago não tem esse sensor e vai considerar alimento, porém pela necessidade de degradá-lo produz centenas de vezes mais ácido clorídrico (que é o que provoca úlceras e gastrites) do que o normal para a simples mistura de sucos e enzimas.

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